O Estado vazio de valores de serviço público.
"Está prestes a ser aprovada na Assembleia da República, um projecto de lei que vai ter um impacto brutal nos bolsos dos portugueses."
E em bom Português: estúpido. E pior: perigoso!
Qualquer suporte digital, esteja ele ou não ao abrigo da lei do direito de autor (recorda-se daquele DVD onde guarda as suas fotografias daquela festa de anos dos seus miúdos?), vai passar a ser taxado.

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Telemóveis, máquinas, cartões, cd's, discos externo, pen's, onde guarda fotografias digitalizadas ou qualquer tipo de transformação de um documento em digital: tudo o que se tratar de cópia e armazenamento de conteúdos, passará a ser taxado.
Mais uma vez, os partidos defendem-se no seu tradicional estilo, alegando que apenas seguem o que no exterior já é aplicado (França, Alemanha).
Como é curioso que nunca apliquem este critério para a melhoria da qualidade de vida dos cidadãos que (supostamente) servem, nomeadamente no que respeita às remunerações, ao controlo de preços nos bens, etc.
"Giro", não é?
"Da forma como o projecto de lei está elaborado, e com a evolução tecnológica, qualquer dispositivo de armazenamento de ficheiros vai pagar taxas obscenas, que inviabilizarão a sua compra. É o retrocesso de décadas, só os muito ricos terão poder de compra compatível com os preços propostos."
Ou seja:
Mantendo a população na cultura rasa será muito mais fácil subjugá-la.
Notícia da TSF: http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=2235516
Notícia da Antena 1: http://www.rtp.pt/noticias/?headline=46&visual=9&tm=91&t=Projeto-sobre-lei-da-copia-privada-levanta-polemica-nas-redes-sociais.rtp&article=516550
Notícia da RTP: http://www.rtp.pt/noticias/index.php?t=Governo-disposto-a-colaborar-com-PS-nas-taxas-sobre-dispositivos-de-copia-privada.rtp&article=515629&layout=10&visual=3&tm=4
Actualização - nota adicional:
Apontamento sobre o impacto na criação cultural não oficial:
Lsoares: http://lsoares.blogs.sapo.pt/514935.html
"Curto e grosso. As ideias dos nossos políticos e das supostas sociedades de protecção dos autores enfermam de uma falta de visão e falta de noção da realidade e das tendências de evolução da criação cultural num contexto digital."
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