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smobile

conceitos sob o ponto de vista do observador

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conceitos sob o ponto de vista do observador

Mr. BR is back!

link

 

Produzido por um chavaleco de nome dificilmente pronunciável - AraabMuzik -, Busta Rhymes surge com um som com a sua marca inconfundível - C'mon Catch'Me by Surprise.

O vídeo tem algumas cenas loucas daquelas danças de estilo livre com nomes muito complicados os quais tenho preguiça em decorar.

 

Agora, por quem ainda assim percebe alguma coisa:

 

Who is AraabMuzik?

"This 20 year old phenom is the official producer for everything Dipset. Straight out of Providence, RI, Araab can be seen in beat battles all along the east coast and has won thousands of dollars for his lightning fast fingers. You'll recognize his beats on the radio and recently he produced Camron's "Used to Get it in Ohio" and produced the beats for his Gangta Grills mixtape. Look out for Araab as a staple in the game for years to come.

 

His beats are like Alchemist meets Swizz Beats circa '98 - '00. Straight gutta, hardcore, head-knodding beats."

@ GWOP TV

Papabubble Lisboa

 

 

☄ Papabubble Lisboa (+)

☄ Papabuble - Caramels Artesans (+)

 

Modo de ingestão:

Existem saquetas de citrinos, ácidos, doces. Com bonequinhos, com recortes, em almofadinhas. Fortes, suaves, neutros.

Mas a melhor forma de comer um rebuçado é escolher um colorido (doce) e um pálido (ácido).

Derretem-se na boca.

O contraste é divinal.

 

Não existem contra-indicações... desde que respeitadas as doses dentro do razoável. (^^,)

RE-RITE

Esteve no MUDE, a instalação multimédia interactiva – RE-RITE.
Num labirintico percurso, visualizamos projecções de membros de uma orquestra. A confusão sonora é total.


“As projecções dos vídeos são apresentadas em tamanho maior que o real e acompanhadas do respectivo som em toda a instalação, permitindo observar secções específicas de instrumentos como se o espectador estivesse no meio da Orquestra.”

 

Observar as secções foi possível e interessante o compasso de espera pela sua entrada em cena. Quanto ao sentir estar no meio de uma Orquestra, nada disso mo foi transmitido. Só confusão sonora e atropelos.

Ponto positivo para a interacção com o observador: numa sala somos convidados a pegar em instrumentos e (tentar…) acompanhar a música, noutra tentamos ser maestros.

 

“A residência digital da Philharmonia Orchestra – RE-RITE – foi idealizada para derrubar a barreira que existe entre a plateia (público) e o palco onde se encontra a orquestra, permitindo que o visitante sinta o que é fazer parte de uma orquestra, ou seja: ouvir, ver e sentir o vigor do desempenho na perspectiva dos músicos e acompanhá-los se o desejar. O RE-RITE estreou-se na Bargehouse, na margem Sul de Londres, em Novembro de 2009 e depois seguiu para Leicester em Abril de 2010. Em Maio de 2010, ganhou dois prestigiados prémios da Royal Philharmonic Society nas categorias de Comunicação Criativa e Desenvolvimento de Audiências. O júri descreveu o projecto como ‘Uma ideia simples realizada em beleza.’ ”

in Gulbenkian

Informação adicional com link para noticias estrangeiras sobre esta obra, AQUI

 

 

 

Link para o album.

A Verdade faz dói-dói

"- Não acredito na frigidez das mulheres. Sem contar, é claro, com os casos clínicos, o resto é pura incompetência dos homens.

- O quê?!

- É uma desculpa de mau pagador da parte dos homens. Dizem que as mulheres são frígidas, simplesmente para esconderem a sua incompetência na cama."

in BRITO, Pedro, FAZENDA, João, "Tu és a mulher da minha vida, ela a mulher dos meus sonhos",

Lisboa, Edições Polvo, 2002, p. 63.


in BRITO, Pedro, FAZENDA, João, "Tu és a mulher da minha vida, ela a mulher dos meus sonhos", Lisboa,

Edições Polvo, 2002.

Silêncio - Para além da ausência de som

"O silêncio é hoje o mais sumptuoso, porque mais raro, de todos os luxos em Portugal." (...)

"Há uma psicose tipicamente latina (italiana, espanhola, portuguesa) que consiste em associar o silêncio a tristeza, barulho a alegria. Quando se pede socialmente, num círculo de amigos ou vizinhos, que se faça menos barulho, respondem-nos, estupefactos: "mas estamos aqui a velar algum morto?""

AAVV, "Um Minuto de Silêncio", Lisboa, Guerra e Paz, 2007, p. 27

 

"A desvalorização do silêncio, tal como o desrespeito por um conceito superior de espaço, são uma característica algo inquietante do mundo em que actualmente vivemos - um mundo de rotinas e de vícios, sem criatividade nem verdadeiro ritmo, pois, na absurda intenção de globalizar todos os valores, vai-se perdendo a noção da ordem e da proporção.

E não espantará, deste modo, que surjam manifestações de intenção artística tão horrendas como aquela arquitectura em que as pessoas perdem a sensação do próprio espaço, ou aquela música sem pausas nem respirações em que se pressente uma espécie de horror ao silêncio - que o mesmo será dizer: uma recusa inconsciente da autêntica liberdade." Idem, p. 53

 

"De tudo o que o silêncio pode ser, certamente, a indiferença é a causa de mais dor." Idem , p. 67

 

"A humanidade tem horror ao vazio. Mas tem sobretudo horror ao silêncio. Sentimo-nos desconfortáveis numa casa vazi.a Qualquer pequeno som, que não seja produzido por um rádio ou televisão, torna-se, nesse cenário, uma ameaça." (...) "Causa-nos desconforto, faz-nos sentir excluídos, provoca-nos insegurança, ansiedade, mesmo medo." Idem, p. 98

 

"O silêncio permite observar (...)". Idem, p. 101

 

"Muitos significados tem e pode ter o silêncio, mas um deles gostaria de sublinhar: só no silêncio é possível escutar e acolher o outro, só no silêncio é possível o encontro." Idem, p. 113

 

"Se eu tivesse que escolher o silêncio da alegria, seriam tão só palavras não ditas num olhar de afecto serenamente radioso." Idem, p. 116

 

AAVV, "Um Minuto de Silêncio", Lisboa, Guerra e Paz, 2007


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