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smobile

conceitos sob o ponto de vista do observador

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conceitos sob o ponto de vista do observador

Gloomy

Link do vídeo

 

""Gloomy" is Pity's pet bear.

His height is about 7 ft.

He is well trained... except he has a hard time remembering not to attack humans."

 

 

 

Num saco pardo de logotipo dourado, vinha uma caixinha rosa e azul salpicada com bonecos sugestivos.

Dentro da caixa, o simpático Gloomy de sotaque nova-iorquino nem dizia que sim nem que não.

Origato, Phil.

Caldeira dos Engenhos

Em Barcarena, pode ser visitado o polo pertencente à Antiga Fabrica da Pólvora.
Um espaço de lazer por eleição que se estende ao longo da ribeira e onde somos convidados a percorrer os caminhos ladeados por denso arvoredo. Actualmente é local para o festival 7 Sóis 7 Luas e outros evenos similares, mas também é um espaço para exposições temporárias. Os mais jovens têm também aqui lugar, com um Parque com moderno equipamento.


Ao final do dia, é belo a mistura de sons que nos faz esquecer que estamos paredes meias com Lisboa. Os pássaros, o accionar da rega, a brisa nas folhagens, o murmurinho da água ou ainda, o riso de algumas crianças mais persistentes que se banqueteiam com um lanche-ajantarado nas mesinhas para piqueniques.

 

Cada percurso efectuado é uma nova profusões de sons calmos e díspares.
 
Atravessando um semi-túnel de trepadeira colorida, desembocamos no gigante tanque de recolha de água: a Caldeira dos Engenhos.


Adjacente à Galeria das Azenhas, este grande espelho é formado pela água proveniente da ribeira de Barcarena que aqui chega graças a um aqueduto com cerca de 200 metros. É esta água que movimenta as azenhas (info retirada dos placards).

Ao entardecer, este espelho ganha vida com o esvoaçar acrobático de palradoras andorinhas, enquanto nos arrepiamos com a brisa bem fresca que acaricia este lago.

Link do video

N.E.R.D. não é T.O.T.Ó

Depois de temer profundamente pelo trabalho de N.E.R.D. com o seu estreito contacto com Timberlake/ Timberland e outros que tal, foi com gáudio com que com que abracei o novo álbum de N.E.R.D.

Iguais a si mesmos e em plena pujança, continuam o seu caminho paralelo à Pop. Mesmo com a sua interessante colaboração junto de artistas politicamente correctos (Timberlake) ou "politicamente aceites" (Snoop Dog, Madona) - por vezes com resultados menos bons, é certo, conseguem manter-se idóneos neste trabalho e serem fiéis aos seus seguidores.

 

 

É um estilo rude, muitas vezes no limiar do mau gosto transmitindo um ambiente pesado, de ruptura.

Pessoalmente, nem todos os singles são audíveis para mim e facilmente choco-me com alguns vídeos dos seus trabalhos (se forem da época inicial....céus).

 

E num aparte....

 

Pharrel, por estes dois singles, perdoo-te isto, isto e mais algumas daquelas musiquinhas moles que às vezes te lembras de fazer para ganhar mais uns trocos.
E já agora Pharrel, no U can't.

Big Brother sanguinário

São 23:31 e 99,999999% da população portuguesa torce para que alguém dê um tiro na testa dos palhaços barricados no BES.

A 0,0000000001% vê a Duffy no VH1 e deseja que alguém dê um tiro na testa dos palhaços barricados no BES.

O Luís da Vodafone

Uma das motivações que me levou a desistir da ADSL da PT foi a falta de resposta por parte do call-center - é certo que pouco poderiam fazer sendo uma avaria cíclica.

Apesar de maioritariamente simpáticos nunca sabiam a razão para este "ciclo mestrual" da Empresa, 2 a 3 dias seguidos por mês.

Ausência de resposta e o quererem obrigar-me sempre a fazer aquela palhaçada de testes para uma avaria devidamente identificada, finalmente irritou-me de tal modo que coloquei um ponto final.

O divórcio chegou ao fim de quase 5 anos, não havendo oferta alguma que me demovesse agora.

- "Oiça, não quero router nem as ofertas das mensalidades. Está a oferecer-me um serviço que não funciona devidamente na minha área de residência."

 

Hoje, um erro manhoso e persistente nas aplicações da Vodafone que se mantinha com a reinstalação obrigou-me a ligar para o call-center. Tremi enquanto me sentava no sofá.

Ainda de rabo no ar em direcção à almofada, ouvi um boa noite que me fez engasgar. O tempo de espera fora irrisório! (há 4 semanas liguei e também foram rápidos! Será normal?)

Depois da triagem, um Luís com muita paciência encaminhou-me pelos meandros do Mac para uma desinstalação e limpeza total. 

Aproveitando a deixa, fui tirando alguns esclarecimentos. E ele? Respostas sempre na ponta da língua.

E como se pode ver, tudo resolvido.

 

Sou uma cliente tipo cacto: não preciso de muita manutenção e tenho grande tolerância ao mau funcionamento de um serviço (ser cliente ADSL PT na minha zona, não é para todos).

Em troca, desejo respostas às minhas questões - questões estas que jamais poderão surgir todos os meses durante 2 a 3 dias sem uma explicação minimamente coerente.

 

Mas este artigo é um agradecimento a um Luís da Vodafone, um funcionário provavelmente em situação laboral precária, que fez o serviço para o qual foi contratado: resolver uma situação em tempo útil.

Por aí

Como mulher, já me chamaram de tudo. Também de tudo (pensei eu), ouvi chamar o bicho-homem.

Mas é a primeira vez, que serei um produto melhorado da fotocópia de fim de tonner que é o homem (un conto por 5 Dias).

A não ser que venha com defeito...

A Menina que Sorria a Dormir

Era uma vez uma menina chamada Glória que só conseguia dormir embalada por uma história. Caso alguém parasse de contar a sua história, ela acordava e perguntava muito pronta "e depois?".

 

Todos nessa aldeia se revezavam, cada um contando histórias sobre o que mais gostava: fábulas, histórias de virtudes, advinhas/ charadas, magia, contos "do outro mundo".

Até que seu pai ofereceu-lhe algo que a ajudou a dormir, passando então a ser ela a grande contadora de histórias na aldeia.

 

Este é o mote do livro de Isabel Zambujal e o seu conto infantil "A Menina que Sorria a Dormir".

 

São ensinadas de forma sucinta os diferentes tipos de contos (textos) e algumas palavras mais "difíceis" são introduzidas. Falo por mim, que me vi obrigada a pesquisar o termo "SUMAÚMA".

 

As ilustrações, de Helena Nogueira, são simples mas bem simpáticas. Destaco aquelas onde aparece um cobertor a lembrar Miró e onde surge um gentil gato que, languidamente, marca a sua presença ao longo das páginas do livro como um simples apontamento.

 

(8/10)****

ZAMBUJAL, Isabel, A Menina que Sorria a Dormir, Oficina do Livros, Cruz Quebrada, 2008 (3ª edição)