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smobile

conceitos sob o ponto de vista do observador

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Cantar as Janeiras no Solar dos Zagallos

No dia 11 de Janeiro, 30 grupos reuniram-se para cantar as Janeiras no Palácio dos Zagallos, na Sobreda (Almada).

 

Em torno de uma fogueira e com um cacau quente na mão, onde se mete conversa com toda a gente e toda a gente mete conversa connosco, ouviu-se um pouco de tudo, desde cavaquinhos, adufes e concertinas a liturgia medieval de Alfonso X.

 

 

 

Escutei talvez, cerca de metade. Daquele serão destaco os belos cantares alentejanos pelas vozes de 2 grupos femininos e outros 2 grupos, mais singelos é certo, mas muito calorosos.

 

Link do vídeo.

 

Link do vídeo.

Um heróico cavaleiro na sua armadura brilhante no meio da estrada.

- Basta! - veio a voz lá de dentro. - Basta! Piedade!

- Está bem, camarada. Mas abre-me essa caixa de correio. Quero ver a tromba do palerma que tentou envolver-me num acidente de tráfego com um monte de lata.

in BLOCH, Robert, Dragões e Pesadelos, Lisboa, Edições Portugal Press, 1979. p. 19.

 

Quem diria que um molho de páginas de aspecto remeloso que me atingira o rosto enquanto me esticava para alcançar um outro livro, me iria presentear com algo tão alucinante.

 

Na contra capa dizia tratar-se de uma invulgar colecção de "histórias do sobrenatural, escritas pelo autor preferido do grande realizador Alfred Hitchcok." O isco fora lançado. Mordi-o e rendi-me ao seu humor tolo.

 

Arte concetual e performance, voyeurismo e exibicionismo

 

Nos interstícios da arte concetual e da performance, a ainda mais acentuadamente com a introdução de ferramentas analíticas provindas da psicanálise, dos estudos fílmicos e do feminismo, os artistas dos séculos XX e XXI têm cartografado todas as relações entre o corpo e o arquivo, atingindo variados graus de acuidade crítica.

Questões de voyeurismo e de exibicionismo, simultaneamente com as de poder e sujeição, são frequentemente levantadas por estas obras.

@ "Trajeto (s) do (s) corpo (s), Museu Berardo.

 

     

Cliché que não é dito as vezes suficientes

O meu irmão tem a sua espada, o Rei Robert o seu martelo de guerra, e eu tenho a mente... e uma mente necessita de livros da mesma forma que uma espada necessita de uma pedra de amolar se quisermos que se mantenha afiada. - Tyrion deu uma palmada na capa de couro do livro. - É por isso que leio tanto, Jon Snow.

in MARTIN, George R.R., A Guerra dos Tronos, Livro I,

S. Pedro do Estoril, Saída de Emergência, 2011, p. 118.