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smobile

conceitos sob o ponto de vista do observador

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conceitos sob o ponto de vista do observador

Ah! Fadista!

Se aquele cromo não tivesse o triplo do meu tamanho e estar acompanhado por outros grunhos (eles andam em bandos), era capaz de lhe ter atirado com a garra de água à mona à 3ª vez que rosnou "Ah! Fadista!".

 

Embriagados como aparentavam estar, deviam prestar tanta atenção ao "Que fado é este que trago" como eu a assistir a uma palestra sobre a "Nonlinear elliptic systems with a variational structure: existence, asymptotics and other qualitative properties" (H.T.) ...

Valeu a policia para lhes conter o pio.

 

(exercício de meditação: "O sol brilha e o céu está azul")

 

 

 

No âmbito do Festival dos Oceanos e convidado pelo Turismo de Lisboa da CML, Camané brindou-nos com um punhado de fados tradicionais os quais nos foram explicadas as diferenças entre eles: um workshop de Fado.

Alfredo Marceneiro e Carlos Paredes, foram nomes incontornáveis.
Fado, Saudade, Lisboa, o lugar "onde aprendi a Sonhar", "pelos teus olhos negros, por quem perco a razão" (...) e "perdi o meu coração", foram algumas das palavras e expressões mais ouvidas.

O Fado Monótono, foi a cerejinha.

Pessoalmente, considero o estilo Fado aquele que reúne algumas das mais belas canções sobre o Amor sem serem lamechas e/ ou pegajosas. O lado romântico que vive latente no sangue tuga.


Uma pequena nota.
Dada a existência na plateia de muitos estrangeiros e sabendo-se a sequência musical, seria simpático da parte da organização conseguir a projecção das letras das cantigas.
É certo que o Fado é para ser sentido (cliché!), mas é um desperdício os poemas passarem despercebidos aos demais.

 

Anexos:

- link do vídeo.